A vaga, antes destinada a uma possível aliança com o PSDB, na pessoa de Chiquinho Feitosa, passou a ser cobiçada pelo MDB, após a debandada tucana no apoio a Roberto Cláudio.
A primeira suplência de Camilo passou a ser bastante valorizada, após indícios do ex-governador do Ceará compor o ministério de Lula, em uma eventual vitória do petista ao Palácio do Planalto.
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