Ao longo dos 40 minutos de entrevista, Ciro centrou em atacar as gestões de Bolsonaro e de Lula. Para ele, a frustração com o atual chefe do Executivo, fará o País voltar ao "fracasso". 'Minha tarefa é reconciliar o Brasil", disse ele.
Com uma candidatura sem alianças, Ciro afirmou que pretende mudar o modelo de governança do País. Com críticas ao presidencialismo de coalizão, Ciro afirmou que a mudança pode ajudar a avançar projetos. Para o candidato, ele pode "energizar a política brasileira".
O candidato sugeriu que a adoção de um "plebiscito programático" poderia solucionar problemas políticos como a falta de apoio em projetos. Outro tema que pode ajudar a solucionar impasses, segundo o pedetista, seria renegociar dívidas dos governadores para obter apoio político. Ciro também voltou a se comprometer a abrir mão da reeleição, o que avaliou como um ativo para a obtenção de apoio.
Em entrevista ao Jornal Nacional nesta noite, Ciro voltou a justificar a falta de alianças afirmando que representa um "movimento abolicionista em sistema escravista". Segundo o candidato, o governo dele seria de diálogo "sem o toma lá da cá".
Além de atacar a gestão da pandemia de Bolsonaro, o pedetista rebateu as falas do presidente sobre a ausência de corrupção no Brasil. "A corrupção no Brasil está se institucionalizando tal como é o despudor".
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