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Delegado e inspetor são investigados por atuar em complô contra gestão da Ciopaer

Delegado e inspetor são investigados por atuar em complô contra gestão da Ciopaer

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
30/08/2022 às 09h07 Atualizada em 30/08/2022 às 09h07
Delegado e inspetor são investigados por atuar em complô contra gestão da Ciopaer
Foto: Reprodução

A investigação contra os policiais civis foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) da terça-feira (23).

Segundo as investigações, um tenente-coronel da Polícia Militar que atua na Ciopaer teve suas conversas do WhatsApp invadidas. O oficial teria deixado o aplicativo aberto em um computador da corporação. Esse caso ocorreu em dezembro de 2021. Outro tenente-coronel é suspeito de cometer o crime contra o colega de trabalho.

As investigações apontam ainda que as mensagens e áudios foram capturados e as informações particulares do tenente-coronel foram enviadas para outros colegas policiais o que se espalhou pelas redes sociais.

O delegado da Polícia Civil recebeu essas mensagens e também as compartilhou de forma ilegal. Já o inspetor da Polícia Civil também viu as mensagens e repassou via WhatsApp para policiais militares.

O documento publicado no DOE ainda mostra que o delegado "teria divulgado esses dados capturados ilegalmente; considerando que o inspetor, que trabalhava na Ciopaer, teria recebido o conteúdo em um pendrive e, mesmo sabendo que se tratava de uma conduta criminosa não tomou nenhuma providência"

Esses agentes militares viram e pediram para que o caso fosse apurado.

"Há nos autos indícios de que o delegado provavelmente recebeu o conteúdo do inspetor e, teria repassado as informações via WhatsApp a Oficiais Militares, os quais apresentaram pedido de apuração ao Comando-Geral Adjunto da Polícia Militar utilizando o conteúdo capturado de forma ilegal."

G1 CE