"Vou trabalhar pelo Ciro, vou trabalhar pelo Camilo para senador, vou trabalhar pelos nossos deputados federais, nossos deputados estaduais. Mas governador, eu vou me preservar para o segundo turno", afirmou.
Ele enfatizou que o fim da aliança se deu contra a vontade dele.
Questionado se isso não colocaria em risco a candidatura de Roberto Cláudio, Cid afirmou que não quer colocar em risco a possibilidade de a aliança ser retomada no segundo turno e pretende trabalhar para isso.
Não há material de campanha de Roberto Cláudio, ou de qualquer candidato a governador. Mas, há material da campanha de Camilo ao Senado. Inclusive, Cid cola adesivos do petista.
Ao explicar o porquê do afastamento das articulações, o senador fez histórico da aliança entre os Ferreira Gomes e o PT no Ceará, desde 1996, em Sobral. "Eu me sinto meio que patrono dessa aliança, que depois se estendeu para o Estado".
Ele explica que, se assumir algum dos lados no primeiro turno, terá dificuldade de trabalhar pela recomposição depois. Confira aqui a reprodução na íntegra do que falou o senador.
Com informações do repórter Henrique Araújo
O povo