O candidato Roberto Cláudio (PDT) levou ao debate a denúncia de que o governo estadual tem usado repasses às prefeituras como moeda de troca para o apoio à campanha ao governo do Ceará de Elmano de Freitas (PT). O Tribunal Regional Eleitoral suspendeu o repasse de verba orçamentária do governo para municípios até o segundo turno, se houver.
Em resposta, o petista afirmou que a decisão é liminar e que a acusação é “leviana” e “sem fundamento”.
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“Além de atacar Camilo, agora ele ataca a governadora Izolda Cela. Não bastasse não respeitar o direito dessa mulher de disputar a reeleição, agora ataca a governadora. Tem gente que foi prefeito e acha que sabe de tudo”, disse.
Ao discutir sobre saneamento básico, o candidato Capitão Wagner (União Brasil) apontou que Roberto Cláudio esteve no mesmo arco de aliança do atual governo do Estado e não pôs em práticas suas propostas para o problema. “Vocês estiveram juntos por 16 anos e não fizeram nada”.
Ele também usou um apelido popular de Roberto Cláudio para insultá-lo quando o pedestista criticou sua proposta na área da segunda de implementar o modelo de polícia norte-americana no estado. RC disse que resolverá o problema da insegurança sem “solução mirabolante” ou “Superman dos EUA”.
“De fato, nem o Superman, nem o Batman, muito menos o Pinguim, vai resolver o problema da violência no Ceará. A gente precisa ter seriedade para fazer esse debate, a gente precisa de propostas reais”, ironizou Capitão Wagner.
Elmano acusou Capitão Wagner de ter criticado o ex-governador Camilo Santana (PT) quando desapropriou o Hospital Leonardo da Vinci para atender pacientes com Covid-19, mas não criticou presidente Jair Bolsonaro (PL) por não ter comprado vacinas contra a doença. “A sua coragem não serve para se solidarizar com o povo diante de um presidente absolutamente irresponsável”.
Capitão Wagner respondeu dizendo que está “muito tranquilo em relação às suas posições”.
Jornal Jangadeiro