No mesmo período do ano de 2021, foram oito casos que resultaram em prisão ou apreensão. Já entre janeiro a dezembro foram 21 registros com base no artigo 133. Dados são da Superintendência de Pesquisa e Estratégia de Segurança Pública (Supesp), da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).
A titular Delegacia de Combate à Exploração da Criança e Adolescente (Dceca), delegada Yasmin Ximenes, e o promotor de Justiça e coordenador do Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude (Caopij), Lucas Azevedo, comentaram que os números de casos de abandono de incapaz são subnotificados. Para ambos, as crianças e adolescentes são maioria nos casos, que envolvem uma série de questões sociais e a falta de políticas públicas.
G1