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Na semana da eleição, Paulo Protásio comenta os desafios de ser um candidato a deputado de Santa Quitéria

Na semana da eleição, Paulo Protásio comenta os desafios de ser um candidato a deputado de Santa Quitéria

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
26/09/2022 às 18h40 Atualizada em 26/09/2022 às 18h40
Na semana da eleição, Paulo Protásio comenta os desafios de ser um candidato a deputado de Santa Quitéria
Foto: Reprodução

De acordo com a Justiça Eleitoral, neste ano, três quiterienses pleiteiam vaga para estadual. São eles Luciana Pires (Republicanos), Rossenir Guedes (Avante) e Paulo Protásio (PSB). Os dois primeiros, embora residentes fora, já estiveram em visitações, enquanto o último tem raiz mais firme na política local, por ser filho do ex-vereador Augaci Protásio e morar na cidade.


A seis dias da eleição, Paulo Protásio conversou com A Voz de Santa Quitéria, enquanto fazia panfletagem no bairro Pereiros e contou detalhes da sua campanha, feita de maneira muito simples ao lado de seu pai, sem recursos partidários e desejando mudar a forma de fazer política.

“É um desafio muito importante. A gente não tem um diálogo com eles {deputados} depois das eleições, isso foi uma motivação para entrar na política, porque sempre que a gente vota pra deputado, a gente só vai ver novamente na política posterior. E outra motivação é em pró da saúde, trabalho no Samu, sou condutor-socorrista e sei das dificuldades”, pontua o candidato.

Paulo avalia a política como um jogo desleal, da distribuição de dinheiro priorizar aos principais nomes e rebateu que estivesse ganhando algo do fundo eleitoral. “Isso me motivou também a colocar a disposição, porque em Santa Quitéria, as pessoas como me conhecem levam muito algumas coisas na brincadeira, as vezes até não incentivam. Quero continuar falando com as pessoas”, explica.

Considerando um balanço do que fez até aqui, Protásio destacou que buscou agregar no município e na região, ter sido uma campanha dura e que pretende continuar buscando melhorias. “A gente tá numa democracia, é a importância do diálogo com as pessoas, do corpo a corpo, saber das dificuldades delas, os problemas são muito parecidos demais um com o outro e isso que me motiva para ficar na política e buscar melhorias”, reforça.