À época, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) recomendou que prisões provisórias, especialmente de grupos mais vulneráveis, fossem reavaliados. A decisão pela prisão domiciliar se baseou em razão de acusado ser idoso e ter insuficiência coronária, ele integrava o grupo de risco do novo coronavírus.
O advogado Leandro Vasques, um dos profissionais que integra a defesa de José Hilson, afirmou ao g1 que não vislumbra a hipótese de retorno ao sistema penitenciário.
"Independente desse aspecto relativo à pandemia, o acusado já vinha se submetendo ao tratamento de um agressivo câncer, sendo compatível o monitoramento eletrônico como medida cautelar", considerou o advogado.
Ainda conforme o advogado da defesa, a progressão de pena do acusado ainda não é visualizada, uma vez que não há condenação definitiva — o que, segundo, ele, "não está bem longe de ocorrer". "Prevalece o princípio da presunção de inocência enquanto não houver a irrecorribilidade de decisões", acrescentou.
G1