Dentre as 27 Unidades da Federação (UF) levantadas, o Ceará fica em nono do Brasil em geração de postos de trabalho com carteira assinada. A colocação se repete na análise dos últimos 12 meses, quando o estado admitiu 541.397 trabalhadores, enquanto demitiu 462.130. Ou seja, saldo de 79.267 empregos formais no período. No Nordeste, o resultado é menor apenas que o da Bahia (144.590).
Já no acumulado do ano, ficou em 10º na geração de postos de trabalho do Brasil. Foram 368.548 contratações contra 319.194 demissões, criando um saldo de 49.354 postos. Também fica atrás apenas da Bahia (108.190) na Região.
Setores que puxaram a geração de empregos no Ceará
Todos os cinco setores somaram resultados positivos em agosto, no Ceará. Mas a liderança na geração de empregos formais ficou com serviços (3.005 postos de trabalho), com destaque para o segmento de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (1.414).
Em seguida, vieram indústria (3.005), com destaque do segmento da transformação (2.380); comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (1.456); agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (1.287); e construção (535).
O Povo