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Fortaleza tem a maior redução de preços do país em setembro

Fortaleza tem a maior redução de preços do país em setembro

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
11/10/2022 às 12h17 Atualizada em 11/10/2022 às 12h17
Fortaleza tem a maior redução de preços do país em setembro
Foto: Reprodução

No ano, a inflação da Grande Fortaleza acumula alta de 4,19%; e nos últimos 12 meses, de 6,88%, abaixo dos 8,89% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em setembro de 2021, a variação havia sido de 1,22%.

Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)

Capitais                Variação (%)
Fortaleza                   -0,65%
Porto Alegre           -0,46%
Recife                   -0,43%
Belo Horizonte   -0,35%
Salvador                   -0,32%
São Paulo                  -0,32%
Goiânia                   -0,31%
Brasília                   -0,26%
Campo Grande   -0,22%
Curitiba                   -0,16%
São Luís                   -0,15%
Aracaju                   -0,12%
Rio de Janeiro      -0,11%
Rio Branco           -0,09%
Belém                   -0,01%
Vitória                    0,17%

Fonte: IBGE

Redução no preço dos combustíveis

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, quatro tiveram queda em setembro. Apesar de recuar menos do que no mês anterior (-5,12%), o grupo dos transportes (-3,25%) contribuiu novamente com o impacto negativo mais intenso sobre o IPCA do mês: -0,62%.

Na sequência vieram comunicação (-2,85%) e alimentação e bebidas (-0,42%).

Os transportes (-3,25%) registraram queda pelo terceiro mês consecutivo. Assim como nos meses anteriores, o resultado é consequência da redução no preço dos combustíveis (-10,61%). A gasolina (-11,05%) contribuiu com o impacto negativo mais intenso no índice de setembro (-0,61).

Também apresentaram queda óleo diesel (-5,43%) e gás veicular (-8,78%). Cabe mencionar ainda o recuo nos preços das motocicletas (-0,08%) e dos automóveis novos (-1,82%).

No lado das altas, destacam-se os grupos vestuário (2,26%), com a maior variação positiva do mês e maior contribuição positiva (0,11), e artigos de residência (0,56%). Os demais grupos ficaram entre o 0,10% de educação e o 0,49% de saúde e cuidados pessoais.

G1 CE