"Quando se fala, por exemplo, em analfabetismo, quiseram colocar em mim como se tivesse criticando o povo nordestino. A pesquisa sobre as regiões mais votadas pela esquerda não foi realizada por mim", ressaltou. Na sequência, ele afirmou que quando o País era administrado pelo partido de Lula, uma criança levava ao menos "três anos" para se alfabetizar. No entanto, na sua administração, esse período diminuiu para "seis meses".
Bolsonaro voltou a falar da pandemia e lamentou que o Ceará, como outros estados, tenha adotado medidas de isolamento social para conter o avanço da Covid-19. "Eu fui o único chefe de Estado do mundo que foi contra isso. Falei que tínhamos que cuidar dos idosos e quem tinha comorbidade, mas o resto tinha que trabalhar, que o vírus não iria embora", disse.
Na coletiva, o político voltou a ressaltar que a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, é filha de cearense de Crateús. Negou também que seja racista e disse que arriscou a vida, em 1978, para salvar um negro que estava se afogando.
Bolsonaro deu início as atividades no aeroporto, e segue pela Capital, onde participa de comício no Polo de Lazer do bairro Conjunto Ceará. O horário para início das atividades está previsto às 14 horas.
O presidente foi recebido pelo deputado federal eleito André Fernandes (PL), o deputado federal Capitão Wagner (União Brasil), a deputada federal eleita Dayany Bittencourt (União Brasil), o deputado federal reeleito Moses Rodrigues (União Brasil) e o pai dele, deputado estadual eleito Oscar Rodrigues, os também deputados estaduais eleitos e atuais vereadores Carmelo Neto (PL) e Sargento Reginauro (União Brasil), o prefeito de Eusébio e presidente do PL no Ceará, Acilon Gonçalves, o vereador Ronaldo Martins (Republicanos) e o deputado estadual Delegado Cavalcante (PL).
O POVO