Por isso, Bolsonaro insistiu em chamar o petista para ficar junto dele durante o debate da Band, no último domingo (16) e tocou, mais de uma vez, no ombro do petista.
Tudo na participação de Bolsonaro diante das câmeras foi pensado por seus assessores. A linguagem corporal para ele ficar com as mãos para trás durante o debate e gesticular menos visava demonstrar um ar “militarizado” do presidente, em contraposição a Lula, que gesticula bastante e passa impressão de estar mais nervoso.
O tom mais moderado, até para encerrar assuntos e mudar a conversa, também foi ensaiado. O presidente atendeu orientação de um de seus filhos, Carlos Bolsonaro, que chegou a se aproximar do palco para recomendar que o pai mudasse de assunto durante debate sobre a pandemia da Covid-19.
Coluna do Estadão