“Nós estamos botando o dinheiro na veia, é pobre, dá para ele na mão. ‘Não, mas ele pode beber’. Você quer monitorar, é o Estado babá? Você vai tomar conta do cara? Você dá dinheiro para mil brasileirinhos e 999 vão fazer a coisa certa. Um vai tomar uma pinga. Às vezes, até vira presidente”, disse Guedes, durante participação em evento da Fucape Business School, em Vitória (ES).
O ministro afirmou que o Auxílio Brasil é três vezes maior do que outros programas sociais e garantiu que “a turma mais vulnerável está protegida”. “Era 0,4% do PIB que eles davam em transferência de recursos com o Bolsa Família, nós fizemos o Auxílio Brasil, que é 1,5% do PIB, então é três vezes mais”, disse Guedes.
O ministro ainda afirmou que, para “ajudar o mais pobre”, é melhor criar programas de transferência de renda direta, para que parte dos recursos não seja perdida no caminho. Ele ainda defendeu que o governo deve dar “vouchers” como política social, em vez de empréstimos.
Estadão Conteúdo