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Três cearenses conquistam medalha de ouro em Olimpíada de Química no México

Três cearenses conquistam medalha de ouro em Olimpíada de Química no México

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
17/11/2022 às 13h19 Atualizada em 17/11/2022 às 13h19
Três cearenses conquistam medalha de ouro em Olimpíada de Química no México
Foto: Reprodução

Três dos quatro alunos premiados são os cearenses Naílton Gama de Castro, Vinicius Conrado Farias e Rafael Moreno Ribeiro, mantendo o Estado do Ceará em destaque como em outras edições. A quarta medalha de ouro foi para João Guilherme Odebrecht Rosa, de São Paulo.

O processo seletivo no Brasil acontece em seis fases com resultados cumulativos. Na primeira fase, participam alunos de escolas públicas ou particulares que são inscritos gratuitamente pelos professores ou coordenadores sem limite de inscrições. Na última fase são escolhidas duas equipes, uma segue para a Olimpíada Ibero-Americana de Química e a outra para International Chemistry Olympiad.

“Invade-nos o sentimento de orgulho pelo brilhante desempenho dos nossos representantes, e a certeza que o processo seletivo foi exitoso. Há sete anos o Brasil permanece na primeira posição deste certame olímpico. Neste ano, com maior brilho pela máxima premiação conquistada por todos da equipe”, diz o professor Sérgio Melo, coordenador da Olimpíada Brasileira de Química.

Quando perguntado se o processo de preparação dos alunos para as fases internacionais mudaria, o professor responde que não, que será mantido o mesmo nível de exigência em vigor. “O processo seletivo é muito exigente, os estudantes são avaliados por intermédio de exames teóricos e práticos. Portanto, além da teoria eles devem ter conhecimento de técnicas laboratoriais em química que envolvem a síntese ou a análise de substâncias”, completa.

A International Chemistry Olympiad - IChO é realizada, anualmente, no mês de julho e a Olimpíada Ibero-americana de Química - OIAQ realizada entre setembro e outubro de cada ano. Para trazer melhores resultados para os alunos da rede pública, o Programa Nacional Olimpíadas de Química tem apoio de patrocinadores como a Associação Brasileira de Álcalis, Cloro e Derivados, que segue auxiliando na formação de jovens. 

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