"Temos acompanhado o desinteresse da Enel para com o Ceará, manifestado pelo atendimento. Se fizer uma pesquisa com os consumidores, vamos ver que já é perceptível um atendimento fraco", conta.
Adão relata que a relação da companhia com o Conselho de Consumidores, composto por nomes que representam indústria, comércio, setor rural e consumidores residenciais, vinha se deteriorando. "A gente percebe que as reuniões são só apresentações de justificativas por atendimento insuficiente e atendimento ruim. Todos os segmentos, temos a percepção de desinteresse", continua.
Apesar do movimento de saída da Enel do mercado cearense, o engenheiro mecânico, quiteriense, filho do ex-vice-prefeito Mozart Muniz e executivo do Governo do Estado destaca o potencial do mercado cearense no mercado e a sua atratividade.
É bom lembrar que o atual contrato de concessão de distribuição de energia no Ceará dura até 2028. E qualquer empresa que assumir o ativo deixado pela Enel Ceará ficaria por esse período sob os atuais termos contratuais.
O POVO