O terreno já está sendo preparado e quem passa pelo local se depara com o licenciamento ambiental avalizado pela Semace. A empresa iniciou os primeiros estudos no município ainda em junho de 2020. Cada projeto possui potência instalada de 1 a 5 MW, devendo totalizar 150MW nos próximos dois anos.
A previsão é de que sejam investidos em todo o Estado, R$ 800 milhões até 2024 e estima gerar 500 empregos diretos e mil indiretos.
De acordo com o CEO da Órigo, Surya Mendonça, a escolha das cidades se deu onde o investimento acaba causando maior impacto econômico, especialmente durante o período de construção, que costuma durar seis meses.
No formato compartilhado, em vez de cada consumidor instalar a própria usina, eles "alugam" cotas da fazenda. "Nós construímos as fazendas solares, as conectamos à rede distribuidora, e cada cliente tem uma cota que gera sua própria energia. Nesse modelo de aluguel, eles conseguem economizar cerca de 10%", esclarece o executivo. A partir da adesão, os clientes passam a receber os pacotes de energia solar contratados em suas residências ou negócios diretamente pela rede de distribuição local.
A Órigo foi a primeira empresa a lançar este modelo no Brasil e hoje tem mais de 15 fazendas conectadas nos estados de Minas Gerais, Pernambuco e São Paulo.
A Voz de Santa Quitéria tentou contactar a companhia, por meio de sua assessoria de imprensa, mas até o fechamento desta matéria, não houve retorno.