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Vereadores deixam Câmara escoltados pela polícia durante protesto por falta de aprovação de verba em Cascavel

Vereadores deixam Câmara escoltados pela polícia durante protesto por falta de aprovação de verba em Cascavel

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
21/12/2022 às 09h17 Atualizada em 21/12/2022 às 09h17
Vereadores deixam Câmara escoltados pela polícia durante protesto por falta de aprovação de verba em Cascavel
Foto: Reprodução

Por conta do impasse no orçamento, o município tem vários serviços afetados, ocasionando falta coleta de lixo, horário de atendimento reduzido nos postos de saúde, além de suspensão de matrículas nas escolas públicas e no transporte de pacientes.
O Projeto de Lei Ordinária é de autoria do prefeito Tiago Ribeiro, que solicitou a ampliação do limite para abertura de créditos suplementares durante a execução do Orçamento Municipal do Exercício de 2022.
Segundo o prefeito de Cascavel, o orçamento foi superado antes do fim do ano porque o valor aprovado em 2021 não contemplava gastos como o reajuste no salário dos professores, que não estava previsto.
"O que nós estamos buscando nada mais é do que a adequação da receita para a necessidade. Como tivemos esses aumentos de despesas oficiais, como o aumento do salário do professor e outras demandas, nós tivemos um acréscimo da receita, para que a gente possa pagar essas despesas no mês de dezembro", disse o prefeito.
O projeto para a liberação de mais recursos deveria ter sido votado na Câmara na última segunda-feira (19), mas somente quatro dos dez vereadores compareceram. Já nesta terça-feira houve quórum na sessão, porém seis vereadores foram contra?rios a autorizar esses recursos orc?amenta?rios, pois pedem mais esclarecimentos de como ocorrerão os gastos.
O prefeito disse que está buscando resolver o problema do orçamento do município na Justiça.
“[Vou] Buscar o amparo do judiciário para termos a Lei Orçamentária de 2022. Já fomos para o judiciário e estamos aguardando para termos a Lei Orçamentária de 2023, com o fim do período do ano legislativo. Nós, sem dúvida nenhuma, o mais rápido possível iremos buscar o amparo judiciário para que a população não seja prejudicada”, falou Tiago Ribeiro.
G1-CE 

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