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Conforme Izolda, dados apontam para uma "situação alarmante" no país, com alunos que não conseguem se alfabetizar.
"Eu não tenho dúvida de que uma das prioridades é a melhorar a educação básica, as crianças nos Brasil não estão se alfabetizando, especialmente depois da pandemia, nós temos números alarmantes. A sociedade precisa compreender melhor isso, o que significa uma escola pública, que atende em torno de 86% das crianças e jovens do Brasil", afirmou.
"Qual a chance a gente tem de melhorar a economia, de sair dessa condição de desigualdade, de elevar renda? Qual é a condição com uma escola que gera fracasso?", questionou.
Aliança com estados e municípios
A futura secretária-executiva afirmou que pretende montar uma rede de engajamento com governos estaduais e municipais, a exemplo da parceria que ocorre entre o Governo do Ceará e os municípios cearenses.
Conforme Izolda, a ideia é fornecer a estados e municípios orientação para governança e traçar metas na educação. "Temos que trabalhar a questão da governança, não é só a recompensa. Tem que ter agenda, tem que ter mapa de navegação para que as gestões possam se organizar em função de obter resultado."
"O próprio Fundep [Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa], o novo modelo, ele já considera esse comprometimento, já faz uma indução para que os estados se comprometam com esse repasse para municípios", completou.
G1-CE