Sobre a reportagem da A Voz Santa Quitéria, veiculada nesta tarde nas redes sociais Instagram e Facebook, com check-in de localização no município de Catunda e imagens da Polícia Federal, sobre a operação “Dor Fantasma 2”, que investiga a Cooperativa Pró-Saúde e municípios na contratação de médicos, informo o seguinte:
- inicialmente, esclareço que a gestão não foi procurada pela reportagem para prestar quaisquer esclarecimentos, porém, me acho no dever de espontaneamente assim o fazer;
- apesar da manchete da reportagem colocar a localização em Catunda; a Polícia Federal não está e nem esteve em Catunda; e nem realizou qualquer tipo de operação no município;
- apesar da manchete da reportagem falar em pagamentos de 68 milhões em Catunda e mais 12 municípios, causando entendimento que somente Catunda pagou 68 milhões; informo que tal valor se refere a todos os municípios contratantes e não especificamente Catunda;
- que o município de Catunda trabalha sim com a respectiva cooperativa de saúde, de forma transparente e legal e o serviço é efetivo e de qualidade.
É bastante desagradável a manchete da mídia, que propaga desconfiança injustificada na sociedade sobre os gestores públicos, pois o Município de Catunda não está sendo alvo de investigação da Polícia Federal, o que vocês podem conferir nas reportagens de jornais de grande circulação (G1, Diário do Nordeste, CN7 e etc).
Aos funcionários da Secretaria Municipal de Catunda e aos cooperados, preciso me pronunciar publicamente que tenho muito orgulho e confiança no trabalho de todos vocês, que não são fantasmas, pois sou testemunha da seriedade e responsabilidade de cada um, e sei que o trabalho é desempenhado com muito amor e dedicação aos nossos munícipes.
Já à população, gostaria de esclarecer que, de acordo com informações levantadas pela Secretaria Municipal de Saúde, o processo de contratação da empresa, que presta serviço de saúde no município, foi através de Pregão, modalidade de licitação transparente, de ampla participação e que privilegia o menor preço. Que o município também não tem contrato de qualquer natureza envolvendo ambulâncias e a Pró-Saúde.
Por fim, todos os munícipes de Catunda, que utilizam a rede municipal de saúde, são testemunhas do trabalho diário desempenhado pelos profissionais contratados.