O alvo das investigações é um policial militar que chefiava um grupo de policiais militares e traficantes locais.
Segundo o MPCE, o grupo era responsável pela prática de uma série de graves infrações penais, dentre elas: extorsão, roubo, tráfico de entorpecentes, associação para o tráfico, organização criminosa, corrupção passiva e comércio irregular de armas e munição.
Durante as investigações, de acordo com o MPCE, "ficou evidente que o grupo criminoso era detentor de uma estrutura bem delineada", formada por 17 policiais militares e especializada em "prestar apoio aos criminosos associados".
O intuito da quadrilha formada por policiais, ainda conforme o Ministério Público, era "neutralizar a concorrência" da venda de drogas nas áreas de atuação. Eles se aproveitavam da condição de agentes da lei para cobrar propinas, obter informações privilegiadas acerca de infratores rivais do grupo e revender os materiais apreendidos, o que lhes rendiam vantagens financeiras.