Ele assinou um decreto, ao lado da secretária da pasta Kaká Mourão e outras autoridades, autorizando o aumento de R$ 3.845,63 para R$ 4.420,55. “Entendo a importância da educação e conhecedor da valorização do profissional, nós concedemos o piso, que é um direito de vocês que não pode ser negado. O que a gente tinha de rever era os recursos, mas agora peço o cumprimento do vosso dever, ensinar e ensinar bem os nossos alunos”, disse.
No ano passado, o reajuste se deu após mensagem aprovada na Câmara Municipal, no entanto desta vez, se valeu de decreto direto, sem passar pelo legislativo, o que foi contestado por parte da categoria e também pelos sindicatos.
De acordo com Germana Aragão, presidente do Sindsep, o percentual só contempla os profissionais do Magistério e não é linear. “Aqueles que se dedicaram, fizeram graduação, especialização, mestrado ou doutorado, estão de fora dos 14,95%. Foi feito um decreto de adequação, que ao meu ver, já ilegal e imoral e além disso, contempla apenas poucos profissionais. Rasga a carreira, desvaloriza e comete o mesmo erro de gestores passados”, declarou.
A atualização é calculada utilizando o mesmo percentual de crescimento do valor anual mínimo por aluno referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano, definido nacionalmente por portarias interministeriais assinadas pelo Governo Federal.