Durante as inspeções, os auditores fiscais encontraram as vítimas vivendo em péssimas condições de moradia, chegando a pernoitar em alpendres improvisadas, sem água potável e sem local adequado para realizar alimentação. Nenhum deles tinha registro na cadeira de trabalho.
A fiscalização identificou ainda a presença de dois adolescentes trabalhando com materiais pesados, como cerâmicas em uma pedreira.