“No início deste ano, chamei a atenção para o fechamento da Fábrica Gurarapes, em Fortaleza, e de uma fábrica em Irauçuba, como sinais de alerta para o Governo do Ceará, daquilo que deva ser tratado como uma grande prioridade, especialmente nesses tempos de escassez e tantas necessidades do nosso povo, que é o emprego. Disse que era preciso reagir!”, dispara RC.
Roberto Cláudio ainda relembra os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho, referentes ao mês de janeiro de 2023, que aponta saldo negativo na geração de empregos no Ceará. Ele também se mostra contrariado com medida adotada recentemente pelo governo do Ceará na gestão dos impostos cobrados no estado. “O que vimos no início dos trabalhos da Assembleia Legislativa, no mês de fevereiro, foram duas novas leis aprovadas na contramão da necessidade de gerar um ambiente que propicie mais emprego e desenvolvimento: o aumento do ICMS para alguns itens fundamentais à produção (energia, combustível e transporte) e a redução dos incentivos fiscais para manter e abrir indústrias, em especial nos municípios mais vulneráveis do Interior do Estado”, critica.
RC vem adotando postura de oposição ao governador Elmano de Freitas e tem apontado o que considera inconsistências da nova gestão. Ele criticou a reforma administrativa aprovada recentemente na Assembleia Legislativa, e defende que seu partido, o PDT, adote postura independente. Essa tese encontra contra-pontos dentro do próprio partido, onde algumas alas defendem alinhamento com o governo.
O OTIMISTA