Na carta publicada na quinta, 4, o padre afirma que, durante a celebração, os ânimos se exaltaram de forma equivocada e incorreta entre ele e o padrinho da criança que deveria ser batizada.
Na ocasião, o pároco pediu que o homem se retirasse e disse ainda que o batizado não ocorreria mais.
"Reconheço que me exaltei e acabei com extrapolar os limites do bom senso", colocou o padre na carta.
Em nota, o Bispo de Propriá, Dom Vitor Agnaldo, informou que atua, dentro da realidade Pastoral, para compreender o ocorrido e adotar as providências canônicas pertinentes.
O POVO