A Mesa Diretora acatou parecer do procurador jurídico da Casa, pelo arquivamento da ação, alegando vício procedimental e ausência de legitimidade no Regimento Interno para processar o pedido.
Após o arquivamento, Eliandro subiu a tribuna e afirmou que foi tomada uma decisão sábia de arquivar um processo ‘eivado de vícios formais, contra alguém que foi legitimado pela população’. “Vá para o espelho, olhe, chore, engula sua inveja e seu choro e vá trabalhar que você retorna pra cá, mas com o trabalho, não é se utilizando de atos maldosos pra tentar prejudicar”, disse.
Sobre a
fala que motivou a representação – em relação ao ‘pirulito’ –, asseverou que “quem levou para o lado perverso, indecente e indecoroso, trate a sua mente, o problema não está em mim, está em você que pensou assim”, e defendeu que o seu mandato foi concedido por mil cidadãos que nele votaram e que não é uma bodega para tentar tirá-lo.
Ao final da sessão, o presidente Joel Barroso disse que quem interpretou de forma errada o pirulito, “pirulito doce” como chamou e não como conotação sexual, usou viés politiqueiro. “A partir do momento que um vereador desrespeitar qualquer um dos senhores, eu sou o primeiro a cassar a palavra dele nesta Casa”, encerrou a discussão.