Para a presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Fernanda Pacobahyba, não há sentido em iniciar uma obra nova com outras pendentes para finalização. “É possibilitar uma retomada. Pela primeira vez na história do Brasil e do FNDE, a gente vai estar permitindo o reajuste dos preços. Porque o que acontecia, o FNDE permitia a retomada das obras, mas deixava os valores antigos”, explica.
Ela explica que é impossível terminar uma obra com valores de 2007, de 2008 ou de 2017. "Porque a inflação, especialmente a inflação da construção civil, foi muito pesada nos últimos anos”, complementa. Ela ressalta que com essas reformas, quase meio milhão de vagas na educação do Brasil serão abertas.
As obras equivalem a 1,2 mil novas creches e pré-escolas, mil escolas de ensino fundamental, 1,2 mil quadras esportivas, 86 reformas ou ampliação e 40 escolas profissionalizantes, o que pode criar cerca de 450 mil vagas nas redes públicas de ensino. Elas terão de ser terminadas em dois anos, podendo o prazo ser prorrogado por igual período uma única vez.
As determinações foram publicadas no Diário Oficial da União na segunda-feira, 15, e podem ser consultadas pelo
site.