Por: Thiago Rodrigues
09/01/2012 às 11h12 Atualizada em 09/01/2012 às 11h12
O ponto de apoio dessas pessoas, que deixaram para trás uma família, oferece alimentação, banho, lazer, local para descanso durante o dia, cidadania, assistência social, psicólogo, advogados, educação profissional, identificação pessoal, e o mais importante, o direito à vida. Todos os dias, o caminho dos que ainda dormem na rua começa às 7h, quando os funcionários iniciam a rotina de trabalho que só termina às 15h, com o último lanche. "Aqui é terminantemente proibida a discriminação. Todos têm direitos iguais. O que realmente faltava para essas pessoas era o direito de recomeçarem suas vidas. Muitos têm profissão definida, estão nas ruas por um motivo ou outro. Agora, vamos dar esse direito para que possam retornar ao convívio social e retomem suas vidas", observa a secretária de Assistência Social do Município, Irani Paulino de Freitas.
Diário do Nordeste