“Finalmente ontem, nós fizemos uma reunião, o presidente Lupi, o presidente da Fundação Leonel Brizola, Manoel Dias, o André e eu. E pactuamos, pactuamos algo. O André se licencia. Eu assumo a presidência do partido. Vou cuidar de articular as nossas alianças nos municípios”, disse o senador.
Cid ainda revelou que uma reunião acontecerá para definir os próximos passos do PDT na disputa eleitoral de 2024 e que ele irá apoiar o deputado federal, André Figueiredo, para o novo mandato de presidente do partido.
“Esse diretório, ele tem um mandato até 31 de dezembro e até lá, antes do seu fim, a gente fará uma conversão que elegerá um novo diretório e esse diretório elegerá uma nova executiva. E eu assumi o compromisso de que, numa demonstração de que eu não tenho ambição por cargo, defenderei que o André seja o presidente da executiva a ser eleita pelo novo diretório que tomará posse a partir de janeiro do ano que vem”, afirma.
Indagado se a situação está pacificada, o senador respondeu: "No meu desejo, no meu desejo sim". Mas, reconheceu que há passos a serem dados. Ele comentou também sobre o papel que deve desempenhar à frente da legenda até dezembro, com vistas às composições para as eleições de 2024.
Com GCMais