"Eles são constantemente depredados. Os vândalos não dão trégua. Quando não danificam, carregam o que podem. Outro fator que nos afasta de sermos usuários do telefone público é o fato de que, sempre quando algum é procurado, geralmente, apresenta-se sem sinal ou em pane", denuncia o comerciário Jordan Nogueira Pereira, que faz questão de mostrar sua preferência pelo aparelho. "Algumas vezes, recorremos ao telefone público. Em uma situação de emergência, ele ainda nos serve de referência de comprovação de endereço. Ele também ajuda as pessoas a se conhecerem na comunidade", afirma Jordan Pereira. Em junho do ano passado, levantamento da Secretaria Municipal de Defesa do Consumidor (Procon Fortaleza) na Capital constatou um grande número de aparelhos sem funcionar. A Oi, empresa responsável pela telefonia fixa em Fortaleza, informou que a manutenção dos aparelhos é realizada de forma contínua, mas os orelhões instalados em vias e estabelecimentos públicos sofrem diariamente danos por vandalismo.
Diário do Nordeste