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Centenário de nascimento de Afonso Tavares, referência no comércio e na política de Santa Quitéria

Sua conduta exemplar foi marcada por grandes reconhecimentos sociais, rendendo várias homenagens

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
21/03/2024 às 11h02
Centenário de nascimento de Afonso Tavares, referência no comércio e na política de Santa Quitéria
Reprodução

Neste 21 de março de 2024, se vivo fosse, comemoraria 100 anos de nascimento, Afonso Rodrigues Tavares, cidadão exemplo de retidão, líder familiar, comerciante e político de Santa Quitéria. Seu Afonso faleceu em 7 de janeiro de 2010, deixando a viúva dona Delza Tavares e os 14 filhos: Gracinha (in memoriam), Durval, Armando, Fátima, Francisca Sé, Vera, Francisca Maria, Socorro, Miriam, Neide, Fransquinha, Idelfonso, Afonso Filho e Esmerino Neto.

Nascido na Fazenda Bonito, no distrito de Trapiá, iniciou sua vida de labuta no campo. Foi agricultor, pecuarista durante toda sua existência. Participava ativamente destas atividades e dos negócios da família. Seu mundo era a família e orgulhava-se com a quantidade de filhos, com os nomes que deram a cada um. Tinha sempre uma história a respeito deles.

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Chegou na cidade em 1966, com vontade de empreender, tornando sócio-gerente da empresa Moageira Parente. Posteriormente, começou seu negócio próprio no comércio de gêneros alimentícios e miudezas, a “Casa Tavares”, que tornou-se escola empreendedora para os filhos, que herdaram esse DNA do comércio.

Na política quiteriense, foi eleito vereador nos anos 1970, 1982 e 1988. Já querendo se afastar um pouco, em 1992 apresenta sua filha primogênita Gracinha Tavares para substituí-lo, sendo eleita.

Sua conduta exemplar foi marcada por grandes reconhecimentos sociais, rendendo homenagens pelo Rotary Club com o Mérito Rotário em 1994; a Comenda Jacurutu de Ouro, pelo empreendedorismo, concedida em 2016 pela Associação dos Filhos e Amigos (AFASQ) e a denominação da futura Escola Agrícola de Santa Quitéria, na fazenda Santa Rita, que está em fase de conclusão.

Colaborou o historiador Aécio Braga