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Helicóptero que caiu com acusado de matar 7 não teve revisão

Helicóptero que caiu com acusado de matar 7 não teve revisão

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
19/05/2012 às 16h33 Atualizada em 19/05/2012 às 16h33
Helicóptero que caiu com acusado de matar 7 não teve revisão
Foto: Reprodução
“A empresa não realizou a manutenção porque foi informada, no dia 4, pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que estava suspensa”.De acordo com Furtado Neto, o helicóptero foi retirado da empresa sem que a manutenção tivesse sido sequer iniciada. Segundo o secretário, foi feita apenas uma troca de óleo na aeronave antes que fosse retirada do galpão de manutenção.O documento que nega a realização da revisão foi expedido e assinado pela Fênix Manutenção e Recuperação de Aeronaves Ltda, empresa contratada pela Secretaria.Segundo a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a empresa teve suas atividades suspensas no dia 2 de maio.Além do helicóptero da Polícia Civil, a empresa também deveria cuidar de outras duas aeronaves do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar. As duas estão paradas à espera de revisão do fabricante.Na queda da aeronave, morreram sete policiais e Aparecido Sousa Alves, 22, acusado de degolar sete pessoas em uma fazenda em Doverlândia (GO), no último dia 28. O acidente ocorreu quando eles voltavam de uma reconstituição do crime.O acidente aconteceu na zona rural, a 25 km do município da Piranhas, na região de Doverlândia, quando a aeronave retornava para a capital.Não chovia no momento. Na queda, o helicóptero modelo AW 119 Koala explodiu e caiu na fazenda Afonso Junqueira, no bairro Indaiá, por volta das 15h40. Segundo relato de peões da região, a aeronave teria rodopiado. Logo após a queda, houve a explosão.

Com informações da Agência Estado