
A Paróquia de Santa Maria Madalena, em Catunda, divulgou nesta quinta-feira (14) uma nota pública em resposta à repercussão envolvendo o pároco João Jesuíno, acusado por lideranças umbandistas de intolerância religiosa após declarações feitas durante uma missa no último dia 3 de maio.
Segundo a nota, a fala do padre teria se restringido a uma análise pastoral e ética sobre a condução de pessoas por uma profissional da psicologia a um ambiente religioso específico, sem citar nomes. " A reflexão buscou abordar a fronteira entre a prática terapêutica e a indução religiosa, sem desmerecer o local de destino ou a fé de quem o frequenta, " destaca um trecho da nota.
Ainda no comunicado, a igreja afirma que o sacerdote não proferiu ataques, ofensas ou discursos de ódio contra religiões de matriz africana e classificou como lamentável a retirada de falas de contexto para gerar discórdia. A paróquia também destacou que o padre recebeu ofensas nas redes sociais após a repercussão do caso.
A nota encerra reafirmando o compromisso da paróquia com o diálogo respeitoso e pedindo que a comunidade mantenha o espírito de paz diante da situação.