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Cão morre após atendimento em pet shop de Fortaleza e tutores denunciam negligência

O caso ocorreu em um estabelecimento na Avenida Padre Antônio Tomás, em Fortaleza.

Raflézia Sousa
Por: Raflézia Sousa Fonte: G1 Ceará
07/06/2026 às 10h04
Cão morre após atendimento em pet shop de Fortaleza e tutores denunciam negligência
Foto: Arquivo pessoal

Os tutores de um cão da raça buldogue francês denunciam um pet shop em Fortaleza após um dos cachorros da família morrer depois de ser atendido no local. O caso ocorreu em um estabelecimento na Avenida Padre Antônio Tomás, em Fortaleza, na manhã deste sábado (6).

Segundo o tutor, Bruno Santiago, o animal teria ficado preso pela garganta na estrutura de uma gaiola e morreu asfixiado. A família acusa o estabelecimento de negligência e acionou a polícia. Em nota, a Polícia Civil confirmou que um Boletim de Ocorrência foi registrado sobre a morte do animal.

g1 entrou em contato com o canal de atendimento do petshop Procampo, unidade Aldeota, e não recebeu retorno até a publicação desta matéria. O texto será atualizado se houver manifestação da empresa.

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Bruno relatou que levou o cachorro Bacon, de 10 anos, para ser banhado no local por volta de 10h deste sábado. No entanto, horas depois, às 14h, ele e o marido receberam uma ligação do local pedindo que comparecessem com urgência:

"A gente começou a insistir (para saber do que se tratava) e ela (a funcionária) falou que ele estava sem vida. Quando a gente chegou, estava tudo trancado, os funcionários estavam ausentes, só tinham duas pessoas. Ninguém dizia o que aconteceu".

Bruno afirmou que ele e o marido costumavam deixar os pets no local a cada 15 dias para banho e tosa. Bacon tinha 10 anos e vivia com a família desde filhote. O tutor questiona como ninguém percebeu a situação a tempo de socorrer o animal.

"Ele caiu e ficou preso na garganta, então ele morreu, asfixiou, ele morreu enforcado. Eu perguntei se ninguém viu, porque ele deve ter se debatido, mas ninguém viu, segundo os funcionários".

A família pediu acesso às imagens das câmeras de segurança, mas, segundo Bruno, o estabelecimento não disponibilizou. "A gente não tem as imagens, então continua a negligência. A gente quer ter o direito de saber o que aconteceu".

Uma equipe da Polícia Militar foi acionada e conduziu os tutores do cão e representantes do estabelecimento até a Delegacia do 2º Distrito Policial, onde prestaram esclarecimentos.