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Mesmo com Joaquim Barbosa, Dilma leva em um turno só

Mesmo com Joaquim Barbosa, Dilma leva em um turno só

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
10/12/2013 às 13h04 Atualizada em 10/12/2013 às 13h05
Mesmo com Joaquim Barbosa, Dilma leva em um turno só
Foto: Reprodução

Confira, abaixo, os seis cenários pesquisados:

Cenário A - No primeiro cenário, foram considerados quatro candidatos: a presidente Dilma Rousseff, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), o governador pernambucano Eduardo Campos, do PSB, e o presidente do Supremo Tribunal Federal. Aos números:

Dilma Rousseff 43,46%
Aécio Neves 17,14%
Joaquim Barbosa 15,61%
Eduardo Campos 6,93%

Vitória em primeiro turno: Dilma 43,46%
Soma dos adversários 39,68%

Cenário B - O segundo cenário do Paraná Pesquisas contempla apenas os candidatos já colocados e os números são muito parecidos com os do Datafolha:

Dilma Rousseff 47,15%
Aécio Neves 20,51%
Eduardo Campos 11,31%

Vitória em primeiro turno: Dilma 47,15%
Soma dos adversários 31,82%

Cenário C - Na terceira simulação, com Marina Silva na disputa, o quadro muda e haveria a possibilidade de segundo turno:

Dilma Rousseff 42,45%
Marina Silva 24,47%
Aécio Neves 17,88%

Empate técnico: Dilma 42,45%
Soma dos adversários 42,35%

Cenário D - José Serra também foi testado pelo Paraná Pesquisas e teve ligeira vantagem sobre Aécio Neves:

Dilma Rousseff 45,55%
José Serra 22,93%
Eduardo Campos 11,95%

Vitória em primeiro turno: Dilma 45,55%
Soma dos adversários 34.88%

Cenário E - Com Marina Silva na disputa e José Serra na disputa, haveria segundo turno:

Dilma Rousseff 41,08%
Marina Silva 24,53%
Aécio Neves 19,74%

Segundo turno: Dilma 41,08%
Soma dos adversários 44,27%

Cenário F - O sexto cenário do Paraná Pesquisas substitui a presidente Dilma pelo antecessor Luiz Inácio Lula da Silva, que venceria com facilidade:

Dilma Rousseff 54,24%
Aécio Neves 18,85%
Eduardo Campos 9,63%

Vitória em primeiro turno: Lula 54,24%
Soma dos adversários: 28,48%

O Paraná Pesquisas também mediu a aprovação ao governo da presidente Dilma Rousseff, que foi de 50% a 56%, entre junho e dezembro.O diretor do instituto, Murilo Hidalgo, ainda acredita na candidatura de Marina Silva. "Eduardo Campos poderá pagar um preço muito alto, se ficar marcado como o político que impediu a candidatura de Marina, quando ela tinha chances reais de vencer", afirma. "Até as convenções do ano que vem, as pesquisas continuarão a ser feitas com o nome dela, que tende a aparecer com números melhores do que os do governador pernambucano". 

Brasil 247