O foco principal das críticas feitas por alguns dos principais correligionários é justamente Marina Silva, a quem é atribuída grande parte da culpa pela estagnação de Campos nas pesquisas, com percentuais que não ultrapassam 10% das intenções de voto.
O consenso é de que a presença de Marina na chapa não trouxe o capital eleitoral atribuído a ela, que em 2010 alcançou quase 20% dos votos válidos e terminou em terceiro lugar na eleição presidencial. Além disso, Marina teria atrapalhado alianças e afugentado potenciais doadores de campanha.
Os problemas da chapa são facilmente admitidos pela cúpula do PSB, apesar do entendimento de que fazê-lo em público não ajuda na campanha de Eduardo Campos e no desafio de reverter as pesquisas.
Ceará News 7