O parlamentar estipula que os gastos não poderão ultrapassar 0,5% do valor global da obra, limitando, sempre, ao teto de R$ 50 mil. Determina também que, em caso de contratação de shows artísticos, serão contratados exclusivamente artistas locais.
O Capitão Wagner diz que quer com essa proposta evitar casos como o que houve quando da inauguração do Centro de Eventos, onde só com o cachê do tenor Plácido Domingos foram gastos R$ 3 milhões.
“O projeto proíbe ainda a realização de eventos de inauguração de obras públicas que ainda não foram concluídas”, adianta Wagner. A matéria promete boa polêmica quando da retomada das atividades legislativas.
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