Aragão observa que mais de dois mil pipeiros de todo o Estado vão aderir à paralisação, em protesto ao atraso no pagamento, redução nos valores do quilômetro rodado e também problemas no sistema de monitoramento veicular utilizado para rastrear os carros-pipa, conhecido como GRipa.
A medida deverá prejudicar mais de um milhão de cearenses. A contratação, seleção, fiscalização e pagamento dos pipeiros é uma atribuição do Comando de Operações Terrestres (Coter) do Exército Brasileiro. Conforme o Ministério da Integração em maio deste ano o Governo Federal havia liberado R$ 192 milhões para o programa. A estimativa de investimento este ano na ação emergencial é de mais de R$ 1 bilhão.
Ceará Agora