Presentes além de Tasso, o presidente da sigla no Ceará, Francini Guedes, o ex-senador Luis Pontes, o ex-deputado Roberto Pessoa, os deputados Raimundo Gomes de Matos e Carlos Mattos, entre outros.
Ouvido pelo site Focus.jor, o deputado Capitão Wagner (PROS) diz imaginar que Tasso decidiu primeiro construir o consenso no PSDB, para depois levar o nome de Guilherme para a mesa das oposições. “O senador quer evitar atritos”, disse o parlamentar que se declara um entusiasta da possível candidatura do general.
Focus.jor