No Nordeste, a Bahia lidera o número de idosos inadimplentes, com cerca de 686,4 mil pessoas acima de 61 anos. Em seguida, aparecem: Pernambuco (501,6 mil), Ceará (352 mil), Maranhão (281,6 mil), Alagoas e Paraíba (158,4 mil), Rio Grande do Norte (149,6 mil), Piauí (140,8 mil) e Sergipe (88 mil).
Contas básicas em atraso
Os compromissos que os brasileiros acima de 61 anos mais deixaram de pagar são as contas básicas de água e energia (34,30%), sendo que esse débito no índice geral da população corresponde a 19,40% do total, uma diferença de 14,9 pontos percentuais.
Na sequência da composição dos orçamentos dos idosos que operavam no vermelho, no sétimo mês deste ano, aparecem as pendências com bancos e cartões (27,80%), telefonia (10,70%), financeiras e leasing (9%), varejo (7,40%) e serviços (6%). Já o perfil médio dos inadimplentes no Brasil aponta que a maior parte das dívidas em aberto se concentram junto a bancos e cartões (28,50%) e na continuidade figuram as contas básicas (19,40%), varejo (12,60%), telefonia (11,60%), serviços (10,40%) e financeiras e leasing (10%).
Maior expansão
O sétimo mês de 2018 contabilizou 8,8 milhões de idosos em todo o País que deixaram de pagar em dia seus compromissos - um aumento de 10% em relação ao apurado no período correspondente do ano passado (8 milhões). O valor do montante de contas em atraso entres os inadimplentes na faixa etária acima de 61 anos também subiu, e atingiu R$ 41,1 bilhões. Isso resulta em uma dívida média de R$ 4.668 por idoso.
Diário do Nordeste