Conforme a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), o caso está sob a responsabilidade da Delegacia de Proteção ao Turista (Deprotur). A Polícia afirmou que testemunhas foram ouvidas e diligências foram realizadas por parte da delegacia especializada.
Ricardo Hilário morreu após a boia em que estava no Vainkará, brinquedo recém inaugurado à época, virar. A principal suspeita é que houvesse excesso de peso na bóia. Uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo informou que o grupo somava 395 quilos, quando o permitido era até 320 quilos. Testemunhas relataram que o peso dos visitantes não era verificado no momento do embarque.
A vítima morava em São Paulo e visitava Fortaleza com sua mulher e filha. Ele desceu na atração nova do parque junto com outras pessoas, já que a bóia em que os outros visitantes desceriam estava incompleta. No momento do acidente, desciam no equipamento Tarcísio Pontes, pesando 105 quilos, Mateus Sena, com 110 quilos, e Michele Laverde, com 90 quilos. Ricardo Hilário também pesava 90 quilos.
O parque aquático ficou fechado e voltou às atividades dois dias após o acidente. O Vainkará continua interditado até o fim da perícia. O POVO Online entrou em contato com o Beach Park. A assessoria do parque aquático antecipou que também aguarda a perícia e que tem prestado toda a ajuda necessária à Justiça. Disse, ainda, que enviará posicionamento formal sobre o assunto. A empresa canadense Proslide, responsável pela fabricação do brinquedo, também foi contactada. A reportagem aguarda respostas.
O POVO Online