O levantamento considera todos os segmentos econômicos. A estimativa é que de setembro a dezembro haja a oferta que corresponde à média de 258 vagas por mês no Estado. No último quadrimestre do ano passado foram registradas 941 oportunidades temporárias (94 a menos), com uma média de 235 vagas ofertadas a cada mês, ajudando a amenizar uma parte da elevada demanda.
A previsão de crescimento da oferta no Ceará é a mesma verificada em igual recorte de tempo em todo o Brasil, onde devem ser originados 434.429 postos de trabalho temporários, 10% acima do verificado em 2017 (394.935). O Nordeste, por sua vez, deve abrir 17.980 vagas no último quadrimestre deste ano.
No Ceará, a alta é puxada especialmente pelo segmentos de comércio e serviços, aponta o analista de Mercado de Trabalho do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), Erle Mesquita. "Nesse período de fim de ano, comércio e serviços são os grandes empregadores (no Ceará) porque os picos de contratação na indústria estão acontecendo ou já aconteceram, a depender da cadeia", observa.
Diário do Nordeste