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78,9% das pessoas na fila de espera por um transplante no Ceará precisam de um novo rim

78,9% das pessoas na fila de espera por um transplante no Ceará precisam de um novo rim

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
07/06/2019 às 17h57 Atualizada em 07/06/2019 às 17h57
78,9% das pessoas na fila de espera por um transplante no Ceará precisam de um novo rim
Foto: Reprodução
No ranking, a segunda maior fila é entre os que precisam de um novo fígado, somando 150 pessoas, seguido do coração, com 19 pessoas no aguardo. A menor demanda, por sua vez, é para o transplante de córnea, com apenas cinco pacientes à espera.
A quantidade de pessoas no aguardo de um rim pode estar atribuída ao aumento da incidência de diabetes e hipertensão na população, por serem as doenças que mais afetam o órgão e levam a insuficiência renal crônica, segundo explica a coordenadora da Central de Transplantes do Ceará, Eliana Barbosa.
“Com o aumento da expectativa de vida das pessoas e o envelhecimento da população, nosso rim também vai perdendo um pouco a função. Por isso é importante controlar bem o diabetes e a pressão arterial”, afirma.
De janeiro a maio de 2019, foram realizados 605 transplantes de órgãos no Ceará, dos quais 116 foram de rins e um de pâncreas/rim. Em 2018, o número de procedimentos realizados foi, respectivamente, 220 e 4.

G1 CE