No ranking, a segunda maior fila é entre os que precisam de um novo fígado, somando 150 pessoas, seguido do coração, com 19 pessoas no aguardo. A menor demanda, por sua vez, é para o transplante de córnea, com apenas cinco pacientes à espera.
A quantidade de pessoas no aguardo de um rim pode estar atribuída ao aumento da incidência de diabetes e hipertensão na população, por serem as doenças que mais afetam o órgão e levam a insuficiência renal crônica, segundo explica a coordenadora da Central de Transplantes do Ceará, Eliana Barbosa.
“Com o aumento da expectativa de vida das pessoas e o envelhecimento da população, nosso rim também vai perdendo um pouco a função. Por isso é importante controlar bem o diabetes e a pressão arterial”, afirma.
De janeiro a maio de 2019, foram realizados 605 transplantes de órgãos no Ceará, dos quais 116 foram de rins e um de pâncreas/rim. Em 2018, o número de procedimentos realizados foi, respectivamente, 220 e 4.
G1 CE