Apesar do temor, o Laboratório Sismológico (LabSis) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e o Núcleo de Sismologia da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Ceará (Cedec) descartam a ocorrência do fenômeno na região.
O LabSis registrou o evento na estação de Pedro Velho e afirmou que “eventos sísmicos nessa região são comuns, pois trata-se de uma zona de borda de placas tectônicas”.
Já o chefe do Cedec, Francisco Brandão, afirmou que a dinâmica de movimentação no Oceano Atlântico torna "pouco provável" um tsunami na área. “Não se tem notícia que esse fenômeno venha a gerar algum tsunami, pois a movimentação ali, além do afastamento comum, ele é transcorrente, ou seja, a movimentação é horizontal não vertical como costuma acontecer no Oceano Pacífico”, salienta Brandão.
Segundo o Labsis, embora a movimentação não tenha potencial para gerar tsunamis, "é de vital importância o monitoramento desta região”.