“O reajuste salarial que a categoria pediu é 3,2%. O de 0,8% é o aumento que a empresa quer repassar aos trabalhadores. No entanto, os trabalhadores querem também a reconsideração quanto a retirada de pais e mães do plano de saúde, melhores condições de trabalho e outros benefícios", disse Cláudio Cruz, diretor de imprensa do sindicato. O grupo também é contra a privatização da estatal, que foi proposta no mês passado no programa de privatizações do governo Bolsonaro.
Hoje, de acordo os Correios, há 2.262 empregados ativos no Ceará. A empresa está presente nos 184 municípios do estado e disponibiliza ao público 768 pontos de atendimento, sendo 201 agências próprias, além de agências terceirizadas e comunitárias.
A direção dos Correios disse que pôs em prática no Ceará um Plano de Continuidade de Negócios para minimizar os impactos à população. "Medidas como o deslocamento de empregados administrativos para auxiliar na operação, remanejamento de veículos e a realização de mutirões estão sendo adotadas", disse. No Ceará, 84,28% dos empregados estão trabalhando normalmente, segundo a empresa.
Diário do Nordeste