O trabalho é feito por meio de fiscalizações e vistorias em propriedades onde houver a confirmação de desmatamento do bioma, identificados com suporte de satélite e atlas desenvolvidos pela SOS Mata Atlântica e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Imagens comparativas entre o estado atual dos imóveis e a situação em períodos anteriores vão ser analisadas.
No Ceará, a ação é coordenada pelo Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente (Caomace), por meio da promotora de Justiça Jacqueline Faustino (coordenadora), e promotor de Justiça Francisco das Chagas Vasconcelos (coordenador adjunto); com o apoio da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), da Polícia Militar Ambiental (BPMA) e da Superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis no Ceará (Ibama).
Nacionalmente, a coordenação é feita pelo Ministério Público do Paraná, por meio do promotor de Justiça Alexandre Gaio que atua junto ao Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Proteção ao Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (CAOPMAHU).
De acordo com o ministério, é a primeira vez que todos os estados brasileiros que abrigam o bioma Mata Atlântica participam da operação.