Até agora, o mês com maior número de focos ativos registrados foi em setembro, com 460. O balanço de 2019 aponta que o número de casos registrados é maior do que o do mesmo período do ano passado, quando o Ceará registrou 858 focos ativos.
A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) aponta que as condições secas de solo e de vegetação, as baixas umidades relativas do ar, além das temperaturas altas e ventos frequentemente colaboram para o avanço das queimadas nesta época. Um dos estudos mais recentes da Funceme indica que o Ceará possui áreas de 20 municípios com alto risco de incêndios florestais.
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