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Após duas tentativas frustradas, governo privatiza Lotex, a 'raspadinha' da Caixa

Após duas tentativas frustradas, governo privatiza Lotex, a 'raspadinha' da Caixa

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
22/10/2019 às 13h05 Atualizada em 22/10/2019 às 13h05
Após duas tentativas frustradas, governo privatiza Lotex, a 'raspadinha' da Caixa
Foto: Reprodução

O consórcio vencedor é formado pelas duas maiores empresas que exploram loterias no mundo: a Internacional Game Technology (IGT), com sede em Londres, e controlada pelo grupo italiano DeAgostini, e a Scientific Games Internacional, de origem americana.

Juntas, as duas empresas controlam 80% do que é movimentado por loterias instantâneas no mundo, o equivalente a U$ 80 bilhões por ano - disse Roberto Quattrini, diretor da IGT no Brasil.

De acordo com a projeção do plano de negócios feito pelo BNDES, nos 15 anos da concessão, devem ser arrecadados entre R$ 115 bilhões a R$ 120 bilhões com a raspadinha. Desse total, 65% serão pagos em prêmios, 18,3% ficam com os operadores e 16,7% são repassados ao governo.

Se essa projeção se confirmar, o governo deve receber cerca de R$ 19 bilhões de repasse das empresas. A raspadinha no Brasil foi encerrada pela Caixa em 2015 e o máximo que o banco conseguiu arrecadar foi R$ 215 milhões ao ano.

O Globo