Deve ser considerado que, no Ceará, mesmo com tão longo período de escassez de água e apesar da redução do seu rebanho bovino em 12% a produção de leite cresceu 25% por causa do uso da tecnologia empregada nas áreas de produção e do trabalho abnegado dos pecuaristas, cujos ganhos de produtividade, por vaca por lactação, giram em torno 80%.
No Vale do Jaguaribe, uma operação que envolve a indústria de lacticínios Betânia, seus fornecedores de leite e a fazenda Flor da Serra. A primeira compra o leite dos segundos, enquanto a terceira fornece as novilhas que repovoam o rebanho leiteiro. Cada novilha, selecionada pelos produtores, foi negociada pelo equivalente a 4.250 litros de leite.
Diário do Nordeste