Os trabalhadores do BB querem assegurar junto à direção do banco a abertura de diálogo e de negociação acerca das medidas que compõem o plano de reestruturação, anunciado em 11 de janeiro. Com a medida, o governo prevê fechar 112 agências e desligar 5 mil funcionários.
“Com a paralisação do dia 29 de janeiro e com a decretação agora do estado de greve, os bancários e bancárias do BB demonstram disposição de resistir e lutar, apesar de toda pressão, ameaças e perseguição da direção do banco”, diz o presidente do Sindicato dos Bancários no DF, Kleytton Morais.
“Os trabalhadores não sucumbem diante da instauração do terror com descomissionamentos e descensos. E mostram que, com unidade, é possível vencer o medo e derrotar a política do atraso implementada pelo governo da dupla Guedes-Bolsonaro”.
Bolsonaro chegou a avaliar demitir o presidente do banco, André Brandão, devido à repercussão da medida, mas recuou após pedido do ministro da Economia, Paulo Guedes.
Metrópoles