“É um direito do médico trabalhar off-label, né? Quando tem matérias na imprensa que falam que tem tratamento em outros países, a gente manda embaixador confirmar, né. Alguns países têm confirmado tratamento precoce que tem dado certo. O que mandei confirmar agora é Coreia do Sul, que seria com a cloroquina”, declarou.
Bolsonaro ainda deu a entender que a recusa a esses tratamentos seria intencional e em favor do aumento de óbitos pela doença. “Parece que quanto mais morrer, melhor para alguns setores da sociedade brasileira”, declarou ele.
Grande aposta de Bolsonaro contra o novo coronavírus, milhões de comprimidos de hidroxicloroquina permanecem encalhados no Ministério da Saúde e em hospitais de municípios em todo o País. Os medicamentos foram doados pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pela farmacêutica Sandoz.
O POVO Online